with a girl. calma gente, não é nada disso que estão pensando.
Eu a descobri por acaso, quando fui caçar fotos de atrizes japonesas pra fazer meu avatar em um rpg, e qual não foi a minha surpresa quando digitei o nome dela no google images. Mika Nakashima é simplesmente a mulher mais linda que eu já vi. Sem exageros. Fiquei encantada e deslumbrada a cada foto que eu via, e eu sei que isso parece bastante estranho, mas enfim... Ela é atriz, participou do live action de NANA(falei do anime no post anterior), cantora e modelo. Precisa mais? virou meu ícone de beleza forever! Porque ela sempre muda de visual e eu adoro isso, vocês sabem. Pra não mencionar os cabelos curtos que estão me tentando.
Aqui embaixo um clipe dela, que foi o único que eu achei, pra vocês ouvirem a voz divina que ela tem *-*
See Ya, Kids.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Essa semana começei a assistir um anime que, sinceramente, achei muito bacana. Não é muito o tipo de coisa que eu costumo assistir, mas já tinha ouvido falar tanto dele que fiquei curiosa, fora outros motivos que eu vou falar no próximo post.
Enfim, o nome do anime é Nana. Simples né? Ele conta a história de duas meninas com o mesmo nome (Nana) que se encontram num trem em direção à Tóquio. História comum, eu sei, mas é muito legal perceber que apesar do mesmo nome as duas são completamente diferentes. Nana Oosaki é punk e de temperamento agressivo, vai pra Tóquio formar sua própria banda. Nana Komatsu é meiga e tem um visual fofinho, se apaixona a primeira vista por quase qualquer um e sempre se dá mal. Apesar disso, as duas se tornam melhores amigas e se entendem. O anime fala de temas adultos e não é bobinho como os animes pra meninas costumam ser. Tem mais de 40 capítulos então a história é bem explicada. Além da ótima trilha sonora também, que vai ficar pro próximo post.
Recomendo bastante crianças, e nem preciso dizer que amei a Nana Oosaki né?
The Corrs é uma banda de "Folk rock celta", como diz a Wikipedia, irlandesa. Pra quem gosta de violinos, flautas, letras bonitas e uma bela voz feminina. Recomendo muito!
Todo mundo deve saber que Harry Potter e as Relíquias da Morte, o último filme da saga, estreia no final desse ano, em novembro. Pois bem. Tenho andado novamente viciada em HP a ponto de surtar e começar a comprar todos os livros pra poder reler. E é incrível simplesmente me dar conta que Harry Potter faz parte da minha vida há 7 anos. E parar pra pensar que o úlimo filme de uma saga que fez parte da minha infância/adolescencia tá pra sair em um mês é aterrador. Porque não dá pra ignorar algo que te marcou pro resto da vida. Sim, pro resto da vida, porque J.K. Rowling criou um mundo, histórias que não são fáceis de esquecer. Não dá pra não se identificar com o garotinho odiado pela família, que sempre foi maltratado e se descobre o herói de um mundo, ou com a menina sabe-tudo que não tem amigos e se esconde na biblioteca. Não dá pra não se imaginar indo pra Hogwarts e podendo fazer todas as coisas que crianças sonham. Voar (mesmo que seja em vassouras), descobrir passagens secretas, derrotar monstros, salvar o mundo. Eu sinceramente não sei se quero que a estreia chegue logo ou se quero que ela nunca chegue. Mesmo depois de já ter lido o livro. Imagens são mais fortes.
O que eu quero dizer é: eu não consigo imaginar Harry Potter acabando. Não consigo imaginar toda uma infância e sonhos mágicos acabando. No fundo, tudo que J.K. criou vai perpetuar, vai passar às gerações futuras, isso eu tenho certeza. Harry Potter vai sobreviver naqueles que se alimentaram dessa magia.
Estava eu nas Lojas Americanas babando pelos cds de 10 reais, ao som de Legião Urbana, quando encontrei esse. Confesso que há muito tempo me interessei por ele, afinal foi o último, o mais triste de todos. Acredito que todo bom fã de Legião deseje esse cd, então depois de ouvir Dezesseis e ver que era uma das músicas do cd me senti convencida a levá-lo. E sabe o que mais? cheguei em casa com a sensação de ter realizado um pequeno sonho de infância. Já tinha baixado esse cd ano passado mas não é a mesma coisa de tirar ele da capa, botar no pc e dar play. Não me arrependi nem um pouco de ter trocado os cds de love metal por ele, nem um pouco. Recomendo bastante crianças.
1 ano. 1 longo ano de estudo e mais estudo. Provas e mais provas o tempo todo pra apurrinhar. Um domingo. Acordar cedo, se arrumar e preparar a câmera. Chegar lá e rever todos os amigos. Pelo menos todos os mais importantes (alguns até que não via há mais de um ano). Arruma pra lá, arruma pra cá. Som alto tocando Bee Gees. Falar mal de quem se atrasou e se esconder pra gritar surpresa que nem crianças quando a aniversariante entrou em casa com cara de boba. Brincar, dançar as músicas antigas, rir da cara um do outro e das mesmas palhaçadas, das mesmas piadas internas, do jeito engraçado de falar e das dançinhas esquisitas. Lembrar dos velhos apelidos e das besteiras de escola. Ver que quase nada mudou e ao mesmo tempo muita coisa nova apareceu. Descobrir de novo o quanto você ama todas as brincadeiras bestas e as conversas fiadas. Descobrir que algumas pessoas, invariavelmente, nunca mudam, e que isso te faz rir. Perceber que aqueles são os amigos que você vai carregar consigo pro resto da vida, não importando quanto tempo isso seja.
Andar, andar até fazer calos nos pés, debaixo do sol carioca, sem saber o que procurar e com muito pouca variedade pra fazer gastar o dinheiro mais rápido.
Mas só de respirar o ar fresquinho daquele quarto no 3º andar do prédio já levou tudo embora.
De vez em quando eu venho aqui pra mostrar pra vocês as minhas descobertas com músicas... É que não dá pra simplesmente ignorar quando eu acho algo que me encanta tanto. Então...
A maioria de vocês deve conheçer o Yellowcard. Eu conheçi há uns 4 anos e desde então eles sempre me surpreendem. Ando muito, muito encantada com essa música e cada vez mais apaixonada por violinos!
Ela é trilha sonora de Spider Man 2.
Vejam o vídeo crianças! E aumentem o som pra poder ouvir os violinos!
"Presentes e maldições"
Mary pertence às palavras de uma canção Eu tento ser forte por ela, tento não ser errado por ela Mas ela não vai me esperar mais, mais, mais Por que eu disse todas aquelas coisas antes? Eu tinha certeza
(Ela é a única), mas eu tenho um propósito (Ela é a única), e eu tenho que lutar contra isso (Ela é a única), um vilão que eu não consigo derrotar
Eu vejo seu rosto a cada soco que eu levo e cada osso que eu quebro, é tudo por você E minhas piores dores são palavras que eu não posso dizer, mesmo assim eu sempre lutarei por você
Mary está viva no céu iluminado de Nova York As luzes da cidade brilham por ela, acima das luzes, eu choro por ela Tudo é pequeno no chão lá embaixo, bem abaixo E se eu caísse, então para onde eu iria, ela saberia?
(Ela é a única), tudo o que eu sempre quis (Ela é a única), e eu serei assombrado (Ela é a única), esse presente (dom) é minha maldição por enquanto
Eu vejo seu rosto a cada soco que eu levo e cada osso que eu quebro, é tudo por você E minhas piores dores são palavras que eu não posso dizer, mesmo assim eu sempre lutarei por você
Não sou muito de ficar fazendo posts sobre música, porque todo mundo aqui já conheçe meu gosto musical e não to afim de encher vocês de vídeos e mais vídeos de japas cantando. Mas, contudo, todavia, porém, meudigníssimo namorado(agradeçam a ele por esse post) resolveu na semana do dia dos namorados fazer um top 5 no blog dele com músicas de-pre-ssi-vas(é, deixa meu ss junto) ¬¬
Fiquei indignada, óbvio. Então resolvi presentear vocês com o meu top 5 de músicas românticas =) isso aí. Vou copiar o post dele todo e trocar as músicas.
Em sua homenagem bemzinho =* (e em homenagem daqueles que eu sei que também estão em clima de romance XD)
5. Bon Jovi-Always
Baladinha clássica né, não pode faltar. Sei que muita gente tem pré conceito com Bon Jovi e tals, mas dane-se =) eu gosto e é romântico.
"Sim, e eu te amarei, querida, sempre E estarei ao seu lado por toda a eternidade sempre Eu estarei lá até as estrelas deixarem de brilhar Até os céus explodirem e as palavras não rimarem E sei que quando eu morrer, você estará no meu pensamento E eu te amarei sempre"
4. Aerosmith-I Don't Wanna Miss a Thing
Outro clássico das baladas. Aerosmith é uma das que eu gosto em particular.
"Não quero fechar meus olhos Não quero pegar no sono Porque eu sentiria a sua falta, baby E eu não quero perder nada Porque mesmo quando eu sonho com você O sonho mais doce nunca vai ser suficiente E eu ainda sentiria a sua falta, baby E eu não quero perder nada"
3. Whitesnake-Is This Love
Já deu pra notar que música romântica pra mim é hardrock né? XD (culpa do meu irmão) Mais uma balada clássica. Quem nunca ouviu essa naquele cd de Love Songs que a mamãe tem?
"É amor isso que estou sentido? É esse o amor que eu estive procurando? Isso é amor ou eu estou sonhando? Isso só pode ser amor Pois isso realmente toma conta de mim Toma conta de mim"
2. Leoni-Os Outros
Tá. Eu tenho uma queda por Leoni, ok? O fato é que as músicas dele me encantam profundamente e música boa nesse país tá difícil minha gente...
"Procuro evitar comparações Entre flores e declarações Eu tento te esquecer A minha vida continua Mas é certo que eu seria sempre sua Quem pode me entender? Depois de você Os outros são os outros e só"
1. Zeca Baleiro-Telegrama
Porque essa é a nossa música. =) E diga-se de passagem, Baleiro é um dos maiores no cenário musical brasileiro.
"Mas ontem Eu recebi um Telegrama Era você de Aracaju Ou do Alabama Dizendo: Nêgo sinta-se feliz Porque no mundo Tem alguém que diz: Que muito te ama! Que tanto te ama! Que muito muito te ama, que tanto te ama!..."
É isso =) Uma lista de músicas românticas, porque afinal sábado é dia dos namorados né? ^^
(diga não à listas depressivas nessa semana ¬¬)
Feliz dia dos namorados pra quem namora, e pra quem tá solteiro....err boa sorte! \o e pros que vão se arranjar logo (to falando com você msmo XD) um dia feliz também!
Muito tempo sem postar nada, nada. Tava esperando a inspiração certa bater, já que minha fonte de irritações e indignamentos se foi, por exclusão minha mesmo. Fui me enveredar no vício das fanfics de sempre. E é certo, eu sempre, sempre acho coisas inacreditáveis em fanfics. Conheçi as melhores coisas lendo essas histórias, tendo contato com as palavras e sentimentos alheios.
Eu não poderia deixar de escrever isso. Na verdade eu preciso escrever/digitar isso, porque seria um pecado não compartilhar uma descoberta assim.
Ontem lendo uma fic em especial eu me deparei com uma frase, que alguns parágrafos abaixo foi seguida de um texto. Chorei. Chorei muito, não sei se pela história ou pelo texto, ou pelos dois. Sou chorona sim, me emociono fácil. Não dá pra não emocionar se eu me sensibilizo com os sentimentos dos outros, já desisti de lutar contra isso, contra o sentir o que o outro sente.
O fato é que fui ao gugli procurar mais textos do mesmo autor. E imaginem só como eu fiquei quando li tudo aquilo.... Até ontem eu não tinha nenhum autor favorito quando o assunto era literatura brasileira. Até ontem. Não dá pra ficar impassível diante dessas palavras:
"Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso. A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão."
ou essas:
"Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, aos poucos começa a passar."
"Menos pela cicatriz deixada, uma ferida antiga mede-se mais exatamente pela dor que provocou, e para sempre perdeu-se no momento em que cessou de doer, embora lateje louca nos dias de chuva."
dá pra ficar impassível? me falem por favor!
O nome dele é Caio Fernando Abreu, aqui uma pequena biografia:
Caio Fernando (Loureiro de) Abreu
Nasceu em 12/09/1948, em Santiago, RS. Jornalista e escritor, reconhecido como um dos expoentes de sua geração. Ainda jovem foi morar em Porto Alegre, onde cursou Letras e Arte Dramática na UFRGS, mas abandonou tudo para ser jornalista. Trabalhou nas revistas Nova, Manchete, Veja e Pop, foi editor da revista Leia Livros e colaborou em diversos jornais: Correio do Povo, Zero Hora, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo. Seu primeiro livro de contos – Inventário do irremediável (Movimento, 1970) – ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia, da União Brasileira de Escritores. O segundo foi um romance – Limite branco (Expressão e Cultura, 1971) – e já teve três edições em diferentes editoras. Seu estilo é econômico e bem pessoal, fala de sexo, medo, morte e, principalmente, de angustiante solidão. Apresenta uma visão dramática do mundo moderno e é considerado um "fotógrafo da fragmentação contemporânea". Em 1968 sofreu uma perseguição pelo DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) e se refugiou no sítio de Hilda Hilst, com quem manteve uma longa e sincera amizade. Em 1973, em plena ditadura, fez como muitos jovens, “sartou” do país; viajou para a Europa. Primeiro andou pela Espanha, transferiu-se para Estocolmo, depois Amsterdã, Paris e Londres, Retornou a Porto Alegre, em fins de 1974, com os cabelos pintados de vermelho, brincos imensos nas duas orelhas e se vestia com batas de veludo cobertas de pequenos espelhos. Em 1978 transferiu-se para São Paulo; em 1983 passou a residir no Rio de Janeiro e em 1985 retorna a São Paulo. Recebeu vários prêmios, entre eles o Jabuti pelo romance Triângulo das águas. Seu livro de contos Morangos mofados (1982) marcou uma geração ao ser lançado na coleção Cantadas Literárias, da Editora Brasiliense, tornando-se um dos maiores sucessos editoriais da década de 1980. Vários de seus livros estão traduzidos na Alemanha, França, Inglaterra, Itália e Holanda. Em setembro de 1994, ao saber-se portador do vírus da AIDS, retorna a Porto Alegre e passa a viver com os pais no bairro Menino Deus. Costumava dizer que “Moro no Menino Deus, do qual Porto Alegre é apenas o que há em volta”. Em 1995 é incluído na antologia de The Penguim Book of International Gay Writing, com o conto Linda, uma históriahorrível. Lygia Fagundes Telles chamava-o de “escritor da paixão”. Outros destaques de sua obra: O ovo apunhalado (Globo, 1975), Triângulo das águas (Nova Fronteira, 1983), Os dragões não conhecem o paraíso (Companhia das Letras, 1988), Onde andará Dulce Veiga? (Companhia das Letras, 1990), Ovelhas negras (Sulina, 1995), Estranhos estrangeiros (Companhia das Letras, 1996). Faleceu em 25/02/1996.
Se alguém aqui gostar de ler, é melhor do que os Twilights da vida.
Bom, eu ía postar isso no fotolog mas decidi colocar aqui, porque eu ando com uma falta de inspiração tremenda esses dias e não queria que o blog ficasse muito tempo sem atualizações. Enfim...
No começo dessa semana eu voltei a ouvir uma banda que não ouvia há um bom tempo, Skillet. É rock cristão. Pois bem, estava eu procurando músicas e baixando algumas aleatórias, quando me deparei com uma chamada Lucy. Baixei e ouvi a música. Adorei ela, claro. Fui ver a letra e me deparei com mais uma música que conta a história de uma menina que morreu e de alguém que sente a sua falta. Pra quem não sabe, a minha música favorita se chama Reila; e também conta essa mesma história. O que me impressiona mesmo é o meu faro pra músicas assim. Ou eu tenho sérios problemas de morbidez crônica ou as bandas andam fazendo belas letras sobre gente que morre. Tá, é possível que eu tenha problemas mesmo, mas...
Pra quem quiser ouvir deixo o vídeo e a letra de Lucy.
"Hey Lucy, eu me lembro do seu nome.
Deixei uma dúzia de rosas no seu túmulo hoje.
Estou no gramado de joelhos, limpando as folhas,
Eu só vim aqui para conversar um pouco.
Eu tenho algumas coisas que eu preciso dizer.
Agora que tudo acabou,
Eu só quero abraçá-la.
Eu trocaria todo o mundo para ver aquele pedacinho do Céu olhando
De volta pra mim.
Agora que tudo acabou,
Eu só quero abraçá-la.
Eu tenho que viver com as escolhas que eu fiz,
E eu não posso viver comigo hoje.
Hey Lucy, lembrei-me do seu aniversário.
Eles disseram que isso iria trazer um pouco de encerramento ao falar seu nome.
Eu sei que eu faria tudo diferente se eu tivesse a chance.
Creio eu que provavelmente todas as pessoas que acessam esse blog já sabem das minhas preferências quando o assunto é música né? (caras que parecem meninas, com cabelos esquisitos, maquiagem, roupas mais esquisitas ainda e "fritando" guitarras como alguém me disse) só pra lembrar...
Pois bem, não é segredo nenhum que eu sou fã de bandas como the GazettE(s2) e Alice Nine. Bandas declaradamente visual-kei (faz uma busca rápida lá no gugli pra saber o que é, a tia tá com preguiça de escrever u.u).
So...passei os últimos dois dias baixando músicas do An Cafe, que até hoje eu não sei o que é, só sei que tem um guitarrista que é mulher...mesmo. Porque eu cansei de só ouvir GazettE e Alice o dia todo, eu precisava de um pouco mais de música japonesa. Fui me aventurar então nas músicas do Kagrra, banda da mesma gravadora do Gaze e do Alice. Eu sinceramente esperava algo no mesmo estilo. Caras cheios de maquiagem e com roupas bem chamativas. Som forte e letras melodiosamente tristes, no estilo GazettE, ou então coisas coloridas e alegres bem Alice Nine.
E sabe o que eu vi/ouvi?
Algo que eu nunca tinha ouvido antes. Porque o visual não me impressionou não. Bem normal perto do que eu costumo ver. Mas o som me encantou demais.
Não é pesado e também não é pop. É melodioso quase tradicional. Difícil descrever algo completamente novo pra mim.
E já que eu não sei deixo uma pequena biografia pra vcs:
"Kagrra, é uma banda de conceitos altamente influenciada por tempos arcaicos da história do Japão, como, por exemplo, a era Heian (Era dourada do Japão – Séculos VIII ao XII). Este é um detalhe que abrange sua sonoridade, onde o grupo mistura instrumentos tradicionais e música arcaica japonesa com rock, várias letras, escritas em kanjis antigos e que falam de romances perdidos e histórias que nos remetem à um Japão medieval, no qual homens conviviam com deuses e demônios, seu visual e até mesmo o nome da banda, “Kagrra” que é pronunciado “kagura” pelos japoneses. Kagrra, é uma alteração da palavra japonesa ?? – kagura – que é o nome de um ritual antigo de música e dança e significa “o lugar de Deus”, mas os ideogramas sugerem “música de Deus”. Seu estilo, apesar de parecer, não se trata de Angura Kei e sim é conhecido como Neo Japanesque, criado pelos próprios integrantes da banda. Este estilo traduz todo o ideal do grupo, uma vez que tenta transformar a música contemporânea em algo mais japonês possível. O Kagrra, atualmente largou completamente o Visual Kei, numa tentativa de alcançar um público maior, mas o estilo Neo Japanesque ainda está bastante presente em sua musicalidade. Enfim, o Kagrra, transmite tanto para o mundo ocidental, quanto para o próprio mundo oriental a mais pura essência de um Japão rico em história e seu principal objetivo e que suas músicas sejam difundidas e apreciadas por todo planeta."
retirado do Kami Uta- Fã clube do Kagrra http://kamiutafc.blogspot.com/
Enfim....não adianta nada a tia pedir pra vcs ouvirem pq vcs não vão ouvir, I know u.u
Ninguém aqui curte isso além de mim...maaaaaasssss não custa ter esperança né